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Quando se conta a história da Medicina no Rio de Janeiro, obrigatoriamente passamos pela Policlínica Geral do Rio de Janeiro (PGRJ): A forma pioneira de organização hospitalar, os grandes mestres da medicina que por ela passaram e principalmente as várias gerações de cariocas que foram e são aqui assistidos, são as marcas indeléveis da importância desta instituição, desde sua fundação em 10 de Dezembro de 1881.


A PGRJ foi fundada por um grupo de médicos, com o objetivo de prestar assistência médica à população socialmente desfavorecida e atuar no aperfeiçoamento do ensino da medicina. Foi a primeira a usar a concepção de serviços médicos integrados e criada para ser a Clínica Geral do Rio de Janeiro. Recebeu na inauguração o apoio do Imperador D. Pedro II, que compareceu e se auto proclamou protetor da Instituição.

 

Em sua trajetória, conta-se a atuação dos maiores mestres da medicina que nela desenvolveram seus trabalhos de pesquisa, dentre os quais: Oswaldo Cruz, Manoel de Abreu, Aloísio de Castro, Fernando Paulino, Francisco Rabelo, Ramos e Silva, Pedro Nava, Moncorvo Filho e Peregrino Junior.


Agrega-se ainda aos valores da Policlínica Geral do Rio de Janeiro e sua influência na história da medicina no país o fato de ter sido a origem organizacional de várias sociedades de especialidades médicas e o local onde se especializaram inúmeros médicos e dentistas de diversas regiões do país.

 

É e continuará a ser uma instituição de fins não lucrativos. Tem como objetivo, a prestação de assistência médica social, beneficência e caridade, bem como a pesquisa e ensino na área da Saúde.

 

 

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